Desde então passei a pensar no que seria fundamental como um sistema de governo. Pois claramente os brasileiros não estão gostando desse, o que parece é que ele é estagnado e não evolui, o fundamental seria um sistema mais dinâmico, experimentos para saber qual funcionaria melhor no brasil. Um exemplo, colocar Aécio e Dilma no poder mais um congresso representante da população, tipo a diarquia Espartana? É. Por que não? Na moral, não to zoando. Entretanto acredito que o Brasil é a experiencia anarquista mais bem sucedida no planeta (não posso dizer quanto ao universo, mals), por que não um congresso sindicalista, onde o presidente consultaria os sindicatos (já já explico como funcionariam) e tomaria as decisões. Seria do nível municipal ao federal. Existiriam casas dos sindicatos onde as pessoas da população que quisessem participar ativamente (desde que estivessem inseridas naquele contexto) iriam lá para debater, expor suas ideias, angustias, medos. Os prefeitos iriam agir no nível municipal por meio dos sindicatos. Por exemplo, as ruas estão muito esburacadas pois passam muitos caminhões, e esses buracos causam acidentes graves, estragam os automóveis, então os operários que vão de carro todos os dias para o trabalho iriam reclamar disso. O prefeito poderia agir por varias vertentes para resolver esse problema, entretanto os caminhoneiros expõem sua perspectiva também, o trabalho do prefeito seria conciliar os interessas da população, ou julgar o mais importante para tomar suas decisões. Teriam os do nível estadual, que seriam os debates mais serios, provavelmente de pessoas que viveriam disso, poderia até formar-se grupos internos que criariam projetos para aplicar no estado. E de onde viria esse dinheiro? Bom, essa parte ainda não pensei, mas a principio seria como um dizimo para o sindicato, e o sindicato pagaria pelo serviço desses grupos. É importante lembrar que o sindicato é o mesmo para todos os estados, então a comunicação interna geraria um progresso interessante também. Até chegar no congresso (que seria ocupado por sindicatos) em que o presidente consultaria essas pessoas a respeito da situação da população (de grupos específicos, ou não) para governar. Entretanto é bom lembrar que o que preguei la em cima foi o dinamismo, e a evolução constante é de fundamental importância para o governo, senão estagna como estamos estagnados agora. Então caso de errado, a gente tentou, pelo menos não fizemos como Michel Temer. Inclusive citar Michel me lembrou agora sobre os ministérios, tinha esquecido dessa parte.
quinta-feira, 2 de junho de 2016
Reflexão sobre o estado
Sinceramente, qual a razão de Dilma ter sido deposta? Não tem nenhum projeto interessante desse governo, tiraram partido que está 14 no poder, fazendo o impossível dentro dos limites do provável (é, tenta com o congresso). Não interessa se o projeto de tirar a população da pobreza (pois miséria é condição social) por meio do Bolsa Família é efetivo ou não, a educação dos pivete e dos adolescentes (acredito eu denominadas respectivamente: básica e fundamental) é predominantemente responsabilidade do estado e o dos municípios, se a educação não funciona tem que atacar esses caras. Ai vem os mano e institui cotas, que funcionam como um incentivo muito grande (acredite em mim, eu sou vestibulando). Os caras não conseguem mexer na economia para criar um mercado interno consumidor pois quem toma conta dessa parte é uma elite ranheta que não dexa chega perto senão late (pelo menos pelo o que vejo, não tenho conhecimento aprofundado dessa parte, alias vale dizer que de nenhuma outra parte só to desabafando mesmo). Nunca teve (isso também não sei, nunca é uma palavra que abrange bastante tempo, mai vamo adota ela) nesse país políticos e empresários sendo presos, modelos de corrupção sendo investigados livremente. A oposição teve 12 anos pra observar os governos progressistas (se é que podem ser chamados assim) e absorver o que a população gosta neles para poder evoluir e assim apresentar uma proposta decente de projeto de país. Mas não teve isso, o debate das eleições de 2014 foram trocas de desaforos (que pra variar os dois não levavam pra casa). Acredito eu que o grande problema, o principal, aquele que deve mudar primeiro é o partidarismo. Explicando: Eduardo Cunha foi líder estudantil durante a ditadura militar, isso Leandro Karnal diz e até mostra uma foto bonita, heroica do mano brother; Então, o que levou esse cara, que pertenceu a geração mais foda a se tornar esse cuzão? Leonardo Boff já citava : "o poder tem a tendencia a se corromper e absoluto poder corrompe absolutamente", em outras palavras, quer saber se um cara é foda? De poder a ele. Mas acredito eu que vai além disso, Cunha fez o que fez por conta do partido. O partido desvirtuou-o. Basta voltar lá no episodio do C(irco)ongresso e observa-lo, dava para ver em seus olhos um nojo daqueles homens, talvez nojo de si mesmo. É claro que não estou o defendendo, ele errou e foi cuzão. Deve pagar pelas seus erros e cuzisses. Ainda no episodio do C(irco)ongresso, não foram votos pessoais (inclusive, dos 512 deputados presentes, apenas 36 foram eleitos, o resto veio segurando no pé. O sistema é foda, ele é feito para ser corrupto), o que aconteceu ali foi que todos os membros de um determinado partido votaram sim ou não, Então por que demorar tanto tempo assim? Por que simplesmente não dizer: "nós do partido PQP (inventei agra) discutimos internamente e concluímos que todos nossos homens pertencentes do congresso (esqueci a função dos kra, mals) votamos sim/não", pra que todo aquele circo?
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