Do que sou, e o que serei
De onde vim, e onde irei
O brilho no olhar do céu
Me traz esperanças
Memorias guardadas no peito
O sonho nunca é o mesmo
A não ser que seja um pesadelo
O olhar do monstro me da medo...
Os olhos do céu
Brilham mais do que os dos monstros
Que cantam a noite inteira, esse soneto de cisnes negros
As nuvens podem encobrir
O reflexo do teu sorriso
Mas nunca poderiam impedir que o Caos não se espalhasse
Seja um monstro
Um humano
Um ser pendente
Sempre olhara para as estrelas
E vera o passado
Que nos condena
