sábado, 21 de maio de 2016

Bem breve sobre inspiração

 Por que colocar alguém em um pedestal? Não vale mais absorver um pouco de cada ídolo, de cada inspiração? Pois enxergar uma ideia colo absoluta fecha a mente para a evolução, um exemplo, quando eu estava na sétima série e prestei atenção na aula de história (raridade naquele tempo) foi bem na parte da revolução cubana, claro que a unica lembrança que ficou daquilo foi Che, e Ernesto é magnifico, libertou um povo em nome da sua ideologia (lindo), mas era assassino e homofóbico, como posso colocar alguém como Che num pedestal sendo ele assassino e homofóbico? Como? (aaahhh, mas quem não era homofóbico nos anos 50? que tal os homossexuais?) Não vale mais mencionar Che como parte de um frankstein de inspirações, absorver apenas a parte heroica, claro que não esquecendo as atrocidades. Proponho então jamais idolatrar uma imagem num pedestal, mas absorver o que aquilo e de outras tantas imagens tem de interessante, pois a diversidade é enriquecedora.

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