Não, eu deveria ter ficado mais
Aproveitado mais
Olhado para trás
Pois como um sábio disse : "Tudo acaba onde começou"
um outro discordou.
Mas nada disso é aquilo, aquilo que eu sinto
Pois o que eu sinto é abstrato demais para descrever em palavras
Não se pode sentir o nada
O meu nada, o nada de todo mundo, ou nadar dos peixes num oceano onde os elefantes se banham...
Eu poderia voltar, eu quero voltar, e votar em você como meu amor.
Eu grito comigo, sou louco, sou feliz
Me jogo do quinto andar, sem deixar o compreender
Dito isso e aquilo, o Ditador dos fracos
O guiador dos covardes
O que eu sinto é amor...
Amor por você
Ainda há tempo, de olhar para trás
Deixar de pensar em você? Jamais!
Não preciso de álcool para pensar, ou de drogas para me afogar, na própria ilusão de perder você, e virar um poeta.
Eu grito comigo, sou louco, sou feliz
Pintos as paredes, queimo o dinheiro dos cofres, quebro os narizes das estatuas
Sou um piloto, piloto minha vida, nunca deixo de seguir a estrada até você
Sou o guiador dos fracos
O Ditador dos covardes
Nada fácil de entender
O que eu sinto por você
Mas nas estradas além do sul
Nas janelas dos quartos de pensão
Ainda vejo que há tempo, de recordar, e correr atrás, do que realmente há, que não é paz, é lucido e ardente, como o Gin, acabo minha noite pensando como seria se você estivesse ao meu lado...
Abro os olhos e vejo que tudo foi imaginado...
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