quarta-feira, 29 de maio de 2013

Soneto dos Monstros

Mesmo não tendo certeza
Do que sou, e o que serei
De onde vim, e onde irei

O brilho no olhar do céu

Me traz esperanças
Memorias guardadas no peito

O sonho nunca é o mesmo

A não ser que seja um pesadelo
O olhar do monstro me da medo...

Os olhos do céu
Brilham mais do que os dos monstros
Que cantam a noite inteira, esse soneto de cisnes negros

As nuvens podem encobrir
O reflexo do teu sorriso
Mas nunca poderiam impedir que o Caos não se espalhasse

Seja um monstro
Um humano
Um ser pendente

Sempre olhara para as estrelas
E vera o passado
Que nos condena

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